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IURD: 35 anos de sacrifícios e uso da fé inteligente


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Trabalho começou em um pequeno coreto do Rio de Janeiro e hoje já está em quase 200 países



Rio de Janeiro, 9 de Julho de 1977, coreto do Jardim do Méier, um lugar bem conhecido na zona norte do Rio. Exatamente neste dia e local iniciou-se oficialmente o trabalho da Igreja Universal do Reino de Deus. Dirigido pelo Espírito de Deus e revestido de uma fé firme, o bispo Edir Macedo, na época, sem condições de alugar um imóvel, iniciou ali mesmo, na praça, as suas primeiras reuniões evangelísticas.
Tempos depois, o local usado como uma antiga funerária deixou de receber a morte para passar vida, quando a primeira igreja foi aberta no local, no bairro da abolição. Nos primeiros anos, o número de pessoas cresceu e logo foi necessário mudar para um imóvel maior. Assim, foi alugada uma antiga fábrica de móveis no número 7.702 da Avenida Suburbana, que aquela altura parecia ser o local ideal para a obra. O galpão se tornou o grande templo da Abolição, com capacidade inicial para 1,5 mil fiéis. Mas logo foi preciso ampliar a capacidade para duas mil pessoas.
Quando o então pastor Edir Macedo alugou o galpão, alguns pastores que trabalhavam com ele consideraram o gesto uma loucura, já que o aluguel era muito caro. Essa ousadia, entretanto, contribuiu para fazer da IURD o que ela é hoje: uma Igreja que não para de crescer. A seriedade e o compromisso com o Evangelho deram lugar a uma igreja que estimula a fé inteligente dos fiéis e faz com que eles conquistem bênçãos por si próprios. Mesmo encontrando no caminho pedras e tribulações, a Igreja nunca desistiu de seu objetivo: levar a Palavra de Deus aos carentes e desesperados.
IURD no Brasil
Já nas pregações, realizadas desde o coreto do Méier, o pastor Macedo costumava dizer que a Igreja Universal tinha por meta pregar o Evangelho aos quatro cantos do mundo e, para isso, ele tinha que pensar grande e usar a fé. Fruto desta certeza, em um curto espaço de tempo, a IURD foi crescendo e alcançando outros estados brasileiros, como: São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, entre outros. Atualmente, está em todos os estados do País. 
Pelos quatro cantos da Terra
A primeira IURD no exterior foi fundada, nos Estados Unidos, em 1980, em Mount Vermont, no estado de Nova Iorque. A "Universal Church ", como é chamada, foi só o primeiro passo, pouco depois outros bairros nova-iorquinos, como Manhattan e Brooklin, viram o poder de Deus, que também chegou a pessoas de outras cidades e estados norte-americanos.
Desde a primeira igreja nos EUA, pisar em solo estrangeiro é um compromisso. A partir de então, a IURD conquistou e vem conquistando outros países da América, da Europa, da Ásia e da África. Alguns políticos e instituições religiosas apresentaram vários obstáculos para a realização desta obra. Todavia, nada fez a IURD esmorecer.
Obras sociais
As ações sociais que a Igreja Universal realiza em todos os lugares do mundo têm sido de grande valia às populações. Sejam em hospitais, presídios, asilos ou comunidades carentes, a IURD acredita que, através do apoio material e, principalmente, da Palavra de Deus, é possível salvar vidas perdidas.
Desta forma, não apenas no Brasil, mas em cada canto do mundo, bispos, pastores, obreiros e membros se mobilizam, por meio de grupos como "A Gente da Comunidade", "Evangelização", "Força Jovem", "E.B.I", "Obreiros", "Sisterhood", "Mulher V", "Raabe", entre outros, para ajudar ao próximo, conforme ensina as Sagradas Escrituras. (Veja galeria de fotos antigas)
Comunicação
Para  ajudar a alicerçar este crescimento, o uso das tecnologias da informação é fundamental, tanto no Brasil quanto no exterior. As mídias impressas, televisivas, radiofônicas e digitais recebem cada vez mais destaque dentro da IURD, como por exemplo a IURD TV,  pois, por meio delas, a Palavra de Deus chega a países que ainda não permitem a entrada do trabalho missionário e também colabora para deixar os fiéis por dentro dos propósitos e reuniões de fé.
Em homenagem ao aniversário da IURD, que completará 35 anos no próximo dia 9, vamos publicar matérias especiais sobre os trabalhos desenvolvidos, ações e fotos antigas que mostram o trabalho dessa obra grandiosa levantada por Deus e que tem mudado a vida de milhões de pessoas. Fique ligado

RETROSPECTIVA

Drogas e Criminalidade


Infância perdida: o caos das drogas no Brasil
O crack consome cerca de 600 mil jovens e deixa outros 25 mil correndo sério risco de morte
Metrô Santa Cecília, centro de São Paulo. Um rapaz ajoelhado, na saída da estação, implora por dinheiro. A camisa rasgada está completamente molhada. Visivelmente drogado, o menino esfrega no rosto o sangue que escorre do nariz e ensopa roupa e chão. As pessoas passam e o máximo que fazem é balançar a cabeça negativamente.
Assim como ele, outras dezenas de garotos e garotas andam pelas ruas do centro da capital paulista confundidos com zumbis. Se esse rapaz for ajudado, pode ser que até os seus 19 anos ele consiga sobreviver, já que o Índice de Homicídios na Adolescência (IHA) estima que até 2012, em torno de 33 mil pessoas entre 12 e 18 anos serão vítimas de assassinatos. Entre as causas está o uso de drogas e tráfico. O IHA ainda estima que 13 jovens morram diariamente no País.
Pelas ruas das cidades, é cada vez maior o número de crianças e adolescentes que têm debaixo de viadutos e marquises o ponto de encontro oficial para utilização de drogas de todo tipo. O crack, a mais cruel delas, consome cerca de 600 mil jovens, e deixa outros 25 mil correndo um sério risco de morte, segundo o Ministério da Saúde.
Motivos para isso não faltam, visto que a maioria dos problemas que envolvem a juventude recai na maior parte das vezes sobre a família. Em muitos casos, a falta de planejamento familiar, a miséria, o abandono e os maus tratos expulsam as crianças do convívio em família para as ruas, onde serão vítimas de outras formas de violência e estarão expostas ao crime e vícios. E como esse ciclo só tende a fechar com a morte, para o Ministérios da Saúde, 50,5% da mortalidade entre adolescentes são conseqüências de agressão e homicídio.
Uma das soluções para a diminuição desse índice alarmante, o exemplo dos pais é muito importante na educação dos filhos. Apesar disso, muitos ainda insistem em levar as crianças para bares, fazendo com que os pequenos tenham a primeira experiência com álcool na presença dos seus responsáveis. É o que diz uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a qual relata que 46% dos adolescentes tiveram o primeiro consumos de álcool ainda em casa. O pior é que muitos pais ignoram o fato de que bebida alcoólica também merece atenção, principalmente porque o álcool também é considerado um tipo de droga, apesar de lícita. Mesmo assim, ela é a mais consumida entre os jovens e a que é usada mais cedo, com média de idade de 12,5 anos.
O uso cada vez mais cedo deste tipo de drogas lícitas ou não pode estar envolvido com o tipo de amizade ou companhia do adolescente, falta de orientação e de estrutura familiar, em que os pais mostram-se longe da realidade dos filhos o que tange aos perigos escondidos por detrás de músicas, artistas, filmes e festas que fazem apologia ao uso de entorpecentes.
Talvez seja pessimista a ideia de que a juventude está se reduzindo, aos poucos, em pó, álcool, comprimidos, tabaco e cachimbo. Mas, se o retrato do futuro for a imagem do rapaz do metrô, será difícil pensar que o futuro do País estará em boas mãos, se os jovens estão se deteriorando cada vez mais cedo. A não ser que a sociedade repense o que de fato é válido como conceito, valor e princípio, para que opiniões proselitistas e dogmáticas não dominem a mente e a inteligência das pessoas, fazendo-as acreditar que Deus está por trás de todas as desgraças e mazelas da humanidade.

A origem da Bíblia

Quando falamos da Bíblia, falamos de uma coleção de livros. A Bíblia é um conjunto de Escritos Sagrados, que chegou até nós atravessando séculos por meio do povo judeu e pelos cristãos zelosos.
A Bíblia é a revelação de Deus à humanidade, é a vontade de Deus escrita, que contém o que o Senhor requer do homem, e o que o homem precisa ser e fazer para chegar até o criador.
Mas o fato é, que essa palavra só se encontra escrita na capa do Livro Sagrado.
A palavra Bíblia passou por grandes mudanças  ”Bíblos”  era o nome de uma antiga cidade Fenícia, famosa pela exportação de papiros. Deste nome se originou a palavra  “Biblíon”  (livro) e mais tarde  “TÁ BIBLÍA”  (os livros). O plural grego que determinava o nome  “Bíblia”  transformou-se, no latim posterior, em nome feminino, singular,  “Bíblia”, o livro. E com este sentido foi transmitido para todas as línguas modernas. Mas o conceito vem do hebraico  “SeFARAIM”, empregado pela primeira vez em Dn 9.2  “…Eu Daniel, entendi pelos livros…”.
Os judeus que falavam grego traduziram “TÁ BIBLÍA”, designando, com este termo, os livros canonizados como escritos sagrados do povo judeu.
Depois foi a vez da Igreja, a qual chama, tanto o Novo quanto o Antigo Testamento, de “TÁ BIBLÍA”. O nome Bíblia foi aplicado às Escrituras, originalmente por João Crisóstomo (398-404 d.C), grande pregador e patriarca de Constantinopla (atual Istambul, capital da Turquia).

A porta para o inferno


A imagem ai embaixo foi obtida em um lugar próximo da pequena cidade de Darvaz, Uzbequistão, ex-República Soviética. A imensa cratera recebeu o nome de “A Porta do Inferno” (The Door To Hell) em virtude das labaredas constantes que nela flamejam, propiciando um cenário assustador. Não se trata de um vulcão, mas, sim, de uma mina, aliás, um projeto de mina.


Há 37 anos, geólogos soviéticos efetuaram estudos de viabilidade para a extração de gás natural no lugar. Durante as escavações, porém, foi descoberta uma caverna subterrânea de grande profundidade, repleta de um gás venenoso. Por causa dessa substância, as perfurações foram suspensas e para garantir que nenhum gás venenoso saísse do buraco, atearam fogo.

Resultado desse ato “brilhante”: o fogo, nesses 37 anos, jamais se extinguiu, e a cratera continua flamejante até hoje. Não há nenhuma previsão de quando as labaredas vão finalmente cessar, já que ninguém tem noção da quantidade de gás que ainda existe nas profundezas daquele caloroso “inferno”.
 
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